O Efeito Borboleta

Cinéfilo convicto que me considero, fui surpreendido com a afirmação de alguns colegas de trabalho acerca da genialidade do filme chamado “O Efeito Borboleta”. Não que fossem colegas incultos, ou ainda que o filme não mereça tal adjetivo, mas é que naquele momento, com aquelas pessoas, não esperava que se falasse sobre esse filme. E é sobre as incertezas das escolhas que eu quero falar, pois tal qual na película, toda decisão que tomamos desencadeiam uma série de acontecimentos sem que nos demos conta da magnitude das consequências.

Todas as vezes que se chega essa época do ano nos vemos envoltos em sentimentos de recomeços, de mudanças, de melhorias, de tudo aquilo que pode-se modificar juntamente com a mudança do calendário na parede. Isso é natural do ser humano assim como se iniciar regime na Segunda-Feira, inícios tendem a virar sinônimo de mudanças, mas todos nos sabemos que quase nunca acontece desta forma.

Tomamos decisões o tempo todo, desde pegar o elevador ou descer de escada até seguir pela orla ou pela paralela, e não saberemos com antecedência o resultado dessas pequenas decisões. O que fazer então? Ficar prostrado sem fazer nada? Essa não é a questão, a questão é se aceitamos ou não os rumos para os quais nossas decisões estão nos levando e o que podemos fazer para mantê-lo ou modifica-lo.

Minha vida não está exatamente onde planejei, mas para o ano novo estou tentando tomar decisões que a recoloquem em um eixo mais próximo do que eu imaginava, esse ajuste de direção pode fazer com que no final das contas dê tudo “certo”, como eu queria, mesmo por um caminho diferente.

Todos dão importância demais ao ano novo, no final das contas somos todos sempre os mesmos, com o acréscimo das experiências que absorvemos durante os 365 dias passados, como já falou o Skank, “em paz eu digo que sou o antigo do que vai adiante”. Mais importante seria dar maior atenção as nossas atitudes do dia a dia, de rotina, elas podem fazer um estrago que não temos ideia, para nós mesmos e para os outros.

Enfim, isso foi só para desejar que todos sejam melhores e mais felizes, independente da época do ano.

Mas ano que vem… Tudo vai melhorar.

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    • Gil – Portugal
    • 31 de dezembro de 2012

    Sempre coisas bonitas para falar meu amigo. Os meu desejo para o próximo ano em relação a ti, é no dobro, porque tu mereces.
    Bruno temos que colocar as nossas conversas em dia! Tenho muita coisa boa para te contar meu amigo. Abraço.Gil

    • Liana Sena
    • 6 de janeiro de 2013

    O futuro só a Deus pertence…precisamos viver o HOJE, amar mais o próximo, fazer coisas boas para outrem sem querer nada em troca, lembrar da ética e dos princípios…isso sim fará uma ano ser realmente NOVO!!!

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